Era um azul visto lá de cima, espacial. Era um ácido como o clorídrico fabricado no estômago. Podia-se navegar em suas águas lacrimosas mesmo nos dias ensolarados e salgados. Era isso ou aquilo que não se pode dizer porque não se sabe exatamente o que é. Era um tudo e era um nada embora pairasse no ar um não sei o quê do existir... Decifras-me? Não sei de nada jamais soube. Era o verbo que existia, mas qual? Quem ensinou a conjugá-lo sem ranger os dentes?

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