Lendo e escrevendo sobre um Eu em busca de si mesmo, um Eu povoado de Nós, de Ela, de Eles; um Eu que insiste em não desaparecer sendo impessoal, e que se transforma em palavras. Uma tentativa autoficcional de sobrevivência da escrita. Quantas máscaras, quantos fantasmas, quantos personagens estarão submersos ou disfarçados? Múltiplas identidades podem vir à tona em uma só página em poucas linhas...
